Política

PV diz que Código Florestal não impede diálogo com Manuela. Montserrat responde

O Partido Verde (PV-RS) solicitou ao Sul21 responder a matéria Código Florestal prejudica união de PCdoB e PV em Porto Alegre, publicada hoje. Divulgamos abaixo o texto recebido.

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O Partido Verde com muita honra conversa com Manuela D’Avila (PCdoB)

Com o aval da Presidência Nacional do Partido Verde, o partido no estado, vem estreitando relações com a deputada Manuela D’Ávila. Além de questões eleitorais, as siglas vêm discutindo os problemas da cidade, priorizando a questão ambiental, bandeira histórica do PV. Além disso, a deputada tem sido uma importante parceira do PV em municípios que temos participações nos governos, nos auxiliando com idéias e emendas parlamentares.

A posição proferida pelo Montserrat Martins, não é a posição oficial do PV/RS, aliás, sequer foi discutido isso internamente. Perda de identidade o partido teve na última eleição quando se omitiu de discutir o aborto, a questão das drogas e as liberdades individuais, em virtude de um grupo sectário que entrou e para o bem do PV já saiu de nossa sigla.

Sobre as questões envolvendo o código florestal, em que pese o PV ter muitas restrições, não deve afetar qualquer discussão com nenhum dos partidos que aprovaram a Lei. Pois aqui estamos tratando de uma questão local. Ressaltamos ainda que a Deputada Manuela D’Avila nos convidou para o almoço e se comprometeu a priorizar em seu plano de governo o desenvolvimento sustentável, independente do PV estar ou não na sua aliança.

Imperioso destacar que quem fala pelo partido publicamente sobre as eleições municipais são seus presidentes locais, no caso em tela, o Advogado Giovani Carminatti. Que até o momento não nos passou qualquer definição sobre o quadro de Porto Alegre, visto que o partido segue conversando com as demais forças de nossa cidade. Portanto, qualquer pessoa que se refira as eleições locais do PV, representam meramente sua opinião pessoal.

Por fim, em nome do PV do Rio Grande do Sul, ressaltamos o respeito e admiração pela deputada Manuela D’Ávila, pelo seu partido e seus dirigentes, não havendo restrição alguma. A deputada Manuela é um dos orgulhos políticos de nosso país! E nosso partido jamais perderá sua identidade e eternamente defenderemos as nossas bandeiras.

Atenciosamente;

Marivaine Alencastro
Presidente Estadual/RS

Cláudio Ávila
Secretário Geral do Rio Grande do Sul do PV/RS

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Prezados leitores sulvintenses:

Essa pretensa NOTA OFICIAL DO PV/RS é falsa, pois a Reunião do PV de Porto Alegre está marcada para este sábado e a do PV Estadual para domingo. O Secretário Geral Cláudio Ávila está falando em nome próprio e assinando em nome da Presidente Estadual Marivane Alencastro, com a qual conversamos a respeito, do mesmo modo que conversamos com o Presidente Municipal Giovani Carminatti e nas reuniões do PV de Porto Alegre, onde a posição que expressei é amplamente majoritária. O sr. Cláudio Ávila é do PV de Gravataí.

Atenciosamente,
Montserrat Martins

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Atualizado às 13h35: Em contato telefônico com o Sul21, Cláudio Ávila, Secretário Geral do PV-RS, reafirmou que a nota é oficial, assinada por ele e pela presidente estadual Marivaine Alencastro e que recomendará, no próximo domingo, a expulsão de Montserrat Martins do Partido Verde.

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Comentários (24)
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Comentário de: Adalberto Brasil | 9 de dezembro de 2011 | 13:23

O Montserrat participa da reunião e essa não é a opinião do partido? De quem será então? Essa aliança já começa mal, viso que o PV, não tem definitivamente, uma identidade definida!

Vergonhoso!

Comentário de: PV/RS | 9 de dezembro de 2011 | 14:19

O Montserrat é desleal, mentiroso e carecedor de caráter. Quer se promover em cima da deputada Manuela. Já temos a recomendação nacional de não admitirmos mais ele no PV. A nota do PV é verdadeira, o que é falso é o próprio Montsserrat!

Atenciosamente;
Cláudio Ávila
Secretário Geral PV/RS

Comentário de: Eduardo Antunes Dias | 9 de dezembro de 2011 | 14:21

A executiva municipal do PV de Porto Alegre discutiu internamente a questão de alianças e concluiu, sem retirar uma posição oficial, que uma aliança com o PCdoB levaria o partido para uma situação de incoerência com seus princípios de defesa do meio ambiente. O grupo de Gravataí tenta de maneira unilateral e extra-oficial tomar a frente das negociações com outros partidos sem uma discussão interna na executiva estadual, por interesses pessoais dentro da sigla.
Atenciosamente,
Eduardo Antunes Dias. PV – Porto Alegre.

Comentário de: Julio Wandam | 9 de dezembro de 2011 | 14:28

Inacreditável, depois de se aliarem com a extrema-direita, com a direita, com o centro, com a esquerda, com a extrema-esquerda, agora o Partido Verde do RS pretende se aliar com os ‘Comuno-capitalistas’ que estão entregando o país ao agrobussines e ‘aos camaradas doadores de campanha eleitoral!!!’
Sacanagem tem nome, e este nome está intrinsico naqueles que usam o PV para seus propósitos meramente politiqueiros e sem norte algum para ser dito que é um partido alternativo.
Visto a própria Nacional Verde ser um ‘museu de velhas novidades’, um ‘feudo’, que agora acusam Marina Silva de ser a pessoa que queria ‘o mal do PV’ com a ‘omissão sobre debate do aborto, das drogas e as liberdades individuais” como se nestes anos todos de PV no Brasil, com estes temas tenha sido protagonista dos avanços do país no assunto.
Jamais foi, pois jamais foi defendida de forma coerente estas teses, e muito menos as bandeiras ambienais do PV, que no RS jamais tiveram a atenção da sigla, a não ser quando os holofotes brilhavam sobre o probema, e alguns tiravam uma casquinha.
Assm vamos vendo a falta de preparo até mesmo para discutirem alianças entre partidos, pois vejo como mais uma forma de usarem a sigla com seus propósitos de ‘emprego/CC’ para alguns, durante alguns anos.
Assim, como militante antigo neste partido, ativista na causa ambiental e que tem como bandeira a defesa ambiental em sua vida, vejo que este Partido Verde ‘desbotou’, perdeu as condições de dizer ser alternativa à alguma coisa, pois se assemelha em muito com aqueles partidos ‘cinzas’ que já mostraram ao que vieram e o que querem com o poder público.
Quando observo que se aliam com aqueles que estão entregando as florestas, os rios, a biodiversidade para ser destruida com o ‘Código Florestal Ruralista’ sendo aprovado no Senado Federal, me assombro de ver que não respeitam nem isso, quanto mais as pessoas que votam na sigla e que incrédulos assistem este quadro da dor, na moldura do terror, e quando mais penso que devemos evoluir para mostrar a identidade as pessoas, na esperança de mudanças no contexto político, encontro mais assombrações que vem assustar o eleitor e na contramão da ideologia e da consciência Verde planetária.
Assim, a sigla de aluguel, de negócios, cartorial e mantida sob a tacanha mão dos ‘burrocratas’ da Nacional Verde, vai cumprindo seu papel ‘pobre e mesquinho’ de agirem de forma unilateral, anti-democrática e com viés apenas clientelista e absurdo na atual conjuntura.
Uma lástima que este debate não tenha sido protagonizado nas reuniões de amanhã e no domingo, pois o que vejo agora é a falta de conduta e de força da Executiva Estadual que está demonstrando não ter condições de conduzir negociações, enquanto não houver respeito pelo eleitor do Partido, pelos ideais da sigla e pelo bom senso em primeiro lugar de avaliar com quem conversam e como irão se portar diante do momento de decidir o futuro do PV e daqueles que ainda acreditam e levantam as bandeiras do partido a cada eleição.

Julio Wandam
Ativista Ambientalista
Militante Filiado ao Partido Verde em 1992
Ex-secretário de Comunicação e Ativismo do PV/RS

Comentário de: PV/RS | 9 de dezembro de 2011 | 14:29

Que mais mandaram vc mentir Eduardo?

Comentário de: Eduardo Antunes Dias | 9 de dezembro de 2011 | 14:39

Quem não assina, não possui crédito.
Eduardo Antunes Dias.

Comentário de: José Truda Palazzo Jr. | 9 de dezembro de 2011 | 18:10

Independentemente de se concordar com suas opiniões ou não, o Dr. Montserrat Martins era uma das pouquíssimas pessoas que, pelo seu nível intelectual e capacidade de articulação, sem falar no bom trato com o vernáculo, dava alguma credibilidade ao que restou do PV/RS depois da vergonhosa adesão de Penna et caterva ao des-governo reinante.

Esse tal de Claudio Ávila é apenas mais uma das sinistras figuras infiltradas no PV para defender as alianças espúrias e a prostituição explícita do “partido” ao esquemão reinante, corrupto e anti-ambiental, do qual essa perua disfarçada Manuela D´Ávila e seu partido “comunista” que faz fachada para os latifundiários faz parte. O nível sensacional das respostas que dá, nesta discussão, em nome do “partido”, diz dele o suficiente – e também dos “responsáveis” por uma sigla que se deixa representar em público por gente tão chula.

Por sorte e juízo deixei o PV quando Marina Silva se recusou a savar o Brasil das patas sujas do luLLismo dilmento, declarando “independência” quando seus 20 milhóes de eleitores queriam um sinal de liderança. Ver os restolhos do “partido” se decompondo em praça pública é lamentável, mas como dizia aquela propaganda de motel, é a consequência natural.

Tomara que expulsem Montserrat mesmo, será mais um galardão em seu currículo. E mais uma nódoa no prontuário dos analfabetos que tomaram o PV de assalto.

Comentário de: Kfouri , Carlos alberto | 9 de dezembro de 2011 | 23:09

Tao poucos, tao agressivos. E quantos maus tratos ao vernaculo. Socorro !

Comentário de: Cesar | 9 de dezembro de 2011 | 23:40

Montserrat Martins é uma pessoa decente! Talvez esteja mesmo na hora de sair do PV…

Comentário de: Cláudio Ávila | 10 de dezembro de 2011 | 0:21

Secretaria Nacional de Assuntos Jurídicos do PV autorizou a suspensão imediata de Montserrat Martins, até que seu processo de expulsão esteja concluído. Além de ter atacado o partido durante a permanência de Marina na sigla, voltou a atacar publicamente dirigentes estaduais de forma rasteira e desleal. Domingo deve ser dado início ao processo de expulsão. Portanto, desde a data de hoje ele não representa o PV de nenhuma forma.

Comentário de: Julio Wandam | 10 de dezembro de 2011 | 1:08

Como assim suspensão imediata de Montserrat Martins por ‘ataques publicamente contra dirigentes’, quando leio seus desaforos para ele, chamando-o de mentiroso, sem caráter e desleal? Quem ataca quem na verdade???
Quem está sendo desleal com a ética no PV senão Vossa pessoa que está atacando de forma pessoal e vil uma outra pessoa, de bem e que até mesmo concorreu a Governador do RS em nome de nossa sigla?
Quem lhe autoriza a ofender e depois pedir a expulsão de uma pessoa como ele?? Será que seu cargo de Secretário Geral do PV lhe dá esse direito??
Acredito que não, pois em nenhum momento na história desta sigla no RS tivemos pessoa de tão baixo nível para tratar de assuntos políticos, e que jamais em nenhum tempo usou de linguajar chulo para agredir um oponente.
Então, senhor, acredito que estejas passando dos limites e do bom senso, quando retorna ‘aos palcos da mídia’ para utilizar-se de espaços para promover seus interesses pessoais e de absurda tendência a macular a imagem e prejudicar a construção de uma força capaz de mudar a cara da política e ‘cuspir’ para longe gente sem caráter e que prega a desagregação no seio partidário, afim apenas de manter ‘mais um feudo’ no PV RS.
Por este motivo, acredito que demais dirigentes não tenham a mesma opinião tacanha e sem visão de Vossa pessoa, para que tenhamos que alertá-los do perigo iminente de manterem opiniões e atitudes desniveladas com a realidade e com a postura e doutrina Verde vigente. Peço atenção dos senhores Secretários Estaduais e Presidentes do PV no RS para este momento, e que sucumbam com este debate inócuo e desprovido de estratégia para avançar em direção à algum sucesso eleitoral.

Saudações Verdes!!

Comentário de: Montserrat | 10 de dezembro de 2011 | 1:50

Vamos aguardar as reuniões do PV de Porto Alegre no sábado e do PV RS no domingo.

Comentário de: Cláudio Ávila | 10 de dezembro de 2011 | 12:56

Vamos sim. Quero muito te encontrar na de domingo. Vou te correr de lá!

Comentário de: Diego | 11 de dezembro de 2011 | 3:10

barbaridade, q baixaria, manolos!

vão se pegar tudo na porrada e Paulo Borges vai crescer na campanha, adianto a vcs.

Comentário de: Ana Carolina | 11 de dezembro de 2011 | 11:04

Eu gostaria de externar minha surpresa total com o que li aqui nesse espaço. Das pessoas que se manifestaram, eu conheço três: Montserrat, Truda e Julio Wandan. Obviamente minha tendência imediata é a de acreditar no que dizem, embora, em termos de partido tenhamos cores diferentes. Apesar de ecologista, eu sou como a melancia, verde por fora e vermelha por dentro (PT). Independente disso, só no plano das Relações Humanas já vejo um triste capítulo para a história do PV. Dentro do PT também temos esses shows, eu acho isso horrível. Embora entenda, quando são no Plano ideológico, agora, quando parte para o ataque pessoal, tenho de concordar com o Diego quando diz que quem ganha com isso é a Direitosa. Falo isso para meu Partido também. Como dizia o Ibraim Suede, ícone da idiotice global, em raro momento de lucidez: “Enquanto os cães ladram, a caravana passa”.
Desejo Paz a todos e a todas.
Abçs
AC

Comentário de: izabel | 11 de dezembro de 2011 | 15:26

Aos sulvinteumtenses,
Um reparo a ser feito da minha parte, sobre a NOTA OFICIAL que eu não acreditava que a presidente do PV Marivane Alencastro tivesse autorizado. Só no dia seguinte consegui o contato com ela, que me confirmou ter autorizado. Compareci hoje ao Encontro Estadual para me despedir dos amigos que fiz no PV gaúcho. Compartilho aqui o meu pedido de desfiliação do PV.
CARTA ABERTA AOS VERDES
Hoje enfrentamos racionamento de água em cidades como Novo Hamburgo e São Leopoldo, o rio Gravataí é um dos mais poluídos do país e o programa pró-Guaíba está abandonado desde o governo estadual anterior, dependendo agora de obras de saneamento de um programa municipal. A área rural de Porto Alegre, que ainda é de extensão significativa em relação a outras capitais, enfrenta pressões para sua descaracterização e já é tida como “rururbana”. No Rio Grande do Sul não ocorriam ciclones, nem eventualmente, até o início dos anos 2000, possibilidade esta que havia sido prevista apenas por José Lutzemberger ao alertar para a crise do clima com sua frase emblemática de que as áreas verdes “não são o pulmão, são o ar condicionado do planeta”.
O desafio do século XXI, todos sabemos, é a transição responsável para outro modelo de desenvolvimento, com novas tecnologias e ações efetivas de preservação do patrimônio ambiental do qual dependemos para nossa sobrevivência, a começar pelas florestas e rios. Se cabe a todos nós essa responsabilidade, é necessário que as instituições sejam instrumentos através do qual a sociedade empreende as ações pela sustentabilidade.
Os partidos políticos estão entre essas instituições que devem servir para a transformação social, com programas de governo eficazes, com capacidade de gerar respostas para os graves problemas atuais, como os exemplificados acima. Constatamos, agora, a crise de representatividade do atual sistema político brasileiro, no qual a proposta de desfiguração do Código Florestal, rejeitada pela ampla maioria da população, foi aprovada pela maioria do Congresso Nacional. Aos interesses do lucro imediato da bancada ruralista, irresponsável em relação ao patrimônio ambiental, se opuseram apenas as bancadas do PV, do PSol e setores do PT, dentre dezenas de siglas existentes. É verdade que apenas 5% dos crimes ambientais são enfrentados no país, na prática, como lembrou Fernando Gabeira. Nosso desafio é aumentar esse índice, ao invés de abrir mão dos instrumentos legais de proteção não só à qualidade de vida, mas à própria sobrevivência da espécie humana.
O Partido Verde de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul recebem a expectativa da população de que lutem por estas causas. Por este motivo durante dez anos, iniciados em 2002 e até o final de 2011, estive envolvido em reuniões, eventos, elaboração de programas de governos, campanhas e convívio dentro do PV gaúcho, sempre ao lado dos que lutavam para que a sigla cumpra a promessa que traz no nome, por muito tempo na oposição interna e por isso sem ocupar cargos. Nos últimos dois anos, desde 2009, participei mais diretamente da renovação da liderança partidária e através de pré-convenção fui eleito para representar o PV no cargo majoritário da campanha de 2010. Neste período, houve sintonia entre nossas convicções e o partido todo, resultando em boa imagem perante a população.
O PV programático de cuja direção participei, com muita honra, teve seminários para construir programas de governo e propor políticas públicas para educação, saúde, segurança, transportes, habitação, geração de emprego e renda, novas tecnologias, que levaram o PV ao quarto lugar nas eleições ao governo do Estado em 2010.
No atual momento, que poderia ser a continuidade deste Partido Verde programático no qual me inscrevi entre seus dirigentes, existem outras questões estratégicas a serem consideradas.
Nos últimos dias, nas tratativas para as eleições 2012, ficou claro para mim, finalmente, que não existe mais a sintonia entre este ex-candidato e a direção do partido ao qual representei em 2010. Quando argumentos contra minhas convicções passaram ao terreno pessoal e outro dirigente anunciou que iria pedir minha expulsão, ficou evidente que um ciclo havia se encerrado. Mais simples que aprofundar essa seara de discórdia é simplesmente, desde já, solicitar minha desfiliação.
Por dez anos tive a oportunidade de conviver e tentar ajudar o PV gaúcho a encontrar o seu melhor destino, para que fosse mais que uma sigla e estivesse de fato à serviço da sociedade civil e da causa ambiental, tão urgente, para construir um modelo de desenvolvimento que mereça o nome de sustentável e não seja apenas peça de marketing político. É isso que a sociedade sempre esperou e continuará esperando do PV.
Deposito nas novas gerações, nos mais jovens, a esperança da continuidade dessa luta pela causa dentro do PV. Tenham em mim, sempre, um aliado sincero dos verdes autênticos, agradecido pela oportunidade desse convívio de uma década que muito me ensinou.
A política partidária é fundamental mas não é a única forma de contribuirmos com a sociedade. Nesse momento, serei mais útil à causa em outras trincheiras, de onde torcerei para o sadio crescimento do PV. Valorizo apenas as boas experiências e não levarei memórias de ofensas pessoais, que deixo no passado ao me desligar, não participando mais assim de quaisquer conflitos por posições diferentes dentro do partido.
Dizem que as instituições são maiores que as pessoas, pois estas são passageiras. Quero acrescentar que as causas são maiores que as instituições e se estas existem é para que sirvam às boas causas. No serviço em prol das boas causas, levo a convicção de que poderemos nos encontrar mais adiante, em todas as tarefas aqui exemplificadas, nas lutas pelo bem comum que a sociedade espera de cada um de nós.
Recebam um abraço,
do Montserrat Martins

Comentário de: Montserrat Martins | 11 de dezembro de 2011 | 15:57

Aos sulvinteumtenses,
Um reparo a ser feito da minha parte, sobre a NOTA OFICIAL que eu não acreditava que a presidente do PV Marivane Alencastro tivesse autorizado. Só no dia seguinte consegui o contato com ela, que me confirmou ter autorizado. Compareci hoje ao Encontro Estadual para me despedir dos amigos que fiz no PV gaúcho. Compartilho aqui o meu pedido de desfiliação do PV.
CARTA ABERTA AOS VERDES
Hoje enfrentamos racionamento de água em cidades como Novo Hamburgo e São Leopoldo, o rio Gravataí é um dos mais poluídos do país e o programa pró-Guaíba está abandonado desde o governo estadual anterior, dependendo agora de obras de saneamento de um programa municipal. A área rural de Porto Alegre, que ainda é de extensão significativa em relação a outras capitais, enfrenta pressões para sua descaracterização e já é tida como “rururbana”. No Rio Grande do Sul não ocorriam ciclones, nem eventualmente, até o início dos anos 2000, possibilidade esta que havia sido prevista apenas por José Lutzemberger ao alertar para a crise do clima com sua frase emblemática de que as áreas verdes “não são o pulmão, são o ar condicionado do planeta”.
O desafio do século XXI, todos sabemos, é a transição responsável para outro modelo de desenvolvimento, com novas tecnologias e ações efetivas de preservação do patrimônio ambiental do qual dependemos para nossa sobrevivência, a começar pelas florestas e rios. Se cabe a todos nós essa responsabilidade, é necessário que as instituições sejam instrumentos através do qual a sociedade empreende as ações pela sustentabilidade.
Os partidos políticos estão entre essas instituições que devem servir para a transformação social, com programas de governo eficazes, com capacidade de gerar respostas para os graves problemas atuais, como os exemplificados acima. Constatamos, agora, a crise de representatividade do atual sistema político brasileiro, no qual a proposta de desfiguração do Código Florestal, rejeitada pela ampla maioria da população, foi aprovada pela maioria do Congresso Nacional. Aos interesses do lucro imediato da bancada ruralista, irresponsável em relação ao patrimônio ambiental, se opuseram apenas as bancadas do PV, do PSol e setores do PT, dentre dezenas de siglas existentes. É verdade que apenas 5% dos crimes ambientais são enfrentados no país, na prática, como lembrou Fernando Gabeira. Nosso desafio é aumentar esse índice, ao invés de abrir mão dos instrumentos legais de proteção não só à qualidade de vida, mas à própria sobrevivência da espécie humana.
O Partido Verde de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul recebem a expectativa da população de que lutem por estas causas. Por este motivo durante dez anos, iniciados em 2002 e até o final de 2011, estive envolvido em reuniões, eventos, elaboração de programas de governos, campanhas e convívio dentro do PV gaúcho, sempre ao lado dos que lutavam para que a sigla cumpra a promessa que traz no nome, por muito tempo na oposição interna e por isso sem ocupar cargos. Nos últimos dois anos, desde 2009, participei mais diretamente da renovação da liderança partidária e através de pré-convenção fui eleito para representar o PV no cargo majoritário da campanha de 2010. Neste período, houve sintonia entre nossas convicções e o partido todo, resultando em boa imagem perante a população.
O PV programático de cuja direção participei, com muita honra, teve seminários para construir programas de governo e propor políticas públicas para educação, saúde, segurança, transportes, habitação, geração de emprego e renda, novas tecnologias, que levaram o PV ao quarto lugar nas eleições ao governo do Estado em 2010.
No atual momento, que poderia ser a continuidade deste Partido Verde programático no qual me inscrevi entre seus dirigentes, existem outras questões estratégicas a serem consideradas.
Nos últimos dias, nas tratativas para as eleições 2012, ficou claro para mim, finalmente, que não existe mais a sintonia entre este ex-candidato e a direção do partido ao qual representei em 2010. Quando argumentos contra minhas convicções passaram ao terreno pessoal e outro dirigente anunciou que iria pedir minha expulsão, ficou evidente que um ciclo havia se encerrado. Mais simples que aprofundar essa seara de discórdia é simplesmente, desde já, solicitar minha desfiliação.
Por dez anos tive a oportunidade de conviver e tentar ajudar o PV gaúcho a encontrar o seu melhor destino, para que fosse mais que uma sigla e estivesse de fato à serviço da sociedade civil e da causa ambiental, tão urgente, para construir um modelo de desenvolvimento que mereça o nome de sustentável e não seja apenas peça de marketing político. É isso que a sociedade sempre esperou e continuará esperando do PV.
Deposito nas novas gerações, nos mais jovens, a esperança da continuidade dessa luta pela causa dentro do PV. Tenham em mim, sempre, um aliado sincero dos verdes autênticos, agradecido pela oportunidade desse convívio de uma década que muito me ensinou.
A política partidária é fundamental mas não é a única forma de contribuirmos com a sociedade. Nesse momento, serei mais útil à causa em outras trincheiras, de onde torcerei para o sadio crescimento do PV. Valorizo apenas as boas experiências e não levarei memórias de ofensas pessoais, que deixo no passado ao me desligar, não participando mais assim de quaisquer conflitos por posições diferentes dentro do partido.
Dizem que as instituições são maiores que as pessoas, pois estas são passageiras. Quero acrescentar que as causas são maiores que as instituições e se estas existem é para que sirvam às boas causas. No serviço em prol das boas causas, levo a convicção de que poderemos nos encontrar mais adiante, em todas as tarefas aqui exemplificadas, nas lutas pelo bem comum que a sociedade espera de cada um de nós.
Recebam um abraço,
do Montserrat Martins

Comentário de: Cláudio Ávila | 11 de dezembro de 2011 | 17:20

É um capítulo triste na história do PV/RS. Um amigo, um parceiro de caminhada está nos deixando. Eu e Montserrat, nos últimos dias tivemos um embate público por divergências de encaminhamentos em questões que precisavam ser melhor debatidas. Passamos dos limites do embate político e fomos para o enfrentamento pessoal. Quero aqui de público deixar as minhas sinceras desculpas, pois o médico, o bacharel em direito, o Montserrat, não é merecedor de qualquer dos adjetivos atribuídos a ele. No entanto, o momento do PV/RS é de muita estratégia para buscar alternativas viáveis de o partido defender suas bandeiras se utilizando do mandato eletivo tão necessário para sermos ainda mais ouvidos em nossas causas. Quero agradecer pelos ensinamentos, pelas generosas lições, pelas dicas valorosas e pelas defesas constantes. Saiba que estou muito triste por tudo isso, por mim, por vc e pelo PV. Desejo a vc toda a sorte do mundo e saiba que nada acaba, ali na frente, no amanhã, no logo ali, poderemos novamente estarmos juntos. Grande abraço e logo as cicatrizes estarão curadas e poderemos novamente retomar as conversas pessoais sobre o presente e o futuro do universo.

Comentário de: Ana Carolina | 11 de dezembro de 2011 | 23:31

Sr. Claudio Ávila, que o Montserrat não merecia uma palavra daquelas que o senhor proferiu todo mundo sabe. Nem precisa enumerar sua qualidade em público, porque essa é de reconhecimento notório. Quanto as suas palavras, quando a gente está com a cabeça quente, acaba dizendo coisas de que se arrepende, porém, acredito firmemente que o que a gente diz é o que a gente traz por dentro. Quanto ao Universo, não o subestime. Ele é vivo e vê.
Att

Comentário de: Julio Wandam | 12 de dezembro de 2011 | 12:56

Lançada em reunião do PV/RS, a candidatura de Nélson Vasconcelos a Prefeitura de Porto Alegre

Em um momento delicado dos militantes que fazem parte do Partido Verde de Porto Alegre, que estiveram envolvidos com situações que podem gerar prejuízo a ideologia, foi ‘aventada’ a possibilidade de apoiar a Deputada Manuela D’Ávila à Prefeitura da Capital, numa aliança com outros partidos.

Tal ‘possibilidade’ ocasionou um princípio de ‘incêndio e linchamento moral’ via internet, após as declarações de Montserrat Martins ao site Sul21, desgastando ainda mais o PV após a saída de Marina Silva, que da mesma forma, sendo ‘desautorizado’ pela Estadual Verde à manifestar-se pelo PV, optou por uma saída honrosa. Nesta ‘fogueira’ armada, para apagarem com os possíveis focos de incêndio em diversas cidades do RS, foi indicada pela Executiva Estadual a candidatura de Nélson Vasconcelos à Prefeitura de Porto Alegre, num lance para evitar os constrangimentos entre os eleitores e simpatizantes da sigla.

Numa atitude, que se acredita, irá desfazer o ‘mal entendido’ na sigla, a opção de Nélson Vasconcelos dá-se pela ‘péssima’ imagem que foi divulgada via sites e blogs de política no RS, quando a ideologia estava sendo trocada por uma coligação que colocava em risco até mesmo a essência dos Partidos Verdes, quando a possibilidade de coligação com o PC do B esteve na pauta de conversas autorizadas, interesses ‘pragmáticos’ de alguns Executivos Verdes, mas depois rechaçadas por Verdes ativistas no Partido Verde que se manifestaram contrários a este envolvimento.

Em rápida resposta à este ‘desatino’, se observa diversas manifestações da Executiva, que davam conta de que estariam de acordo com esta aproximação, e por sua vez, Montserrat Martins, ex-Candidato a Governador pelo Partido Verde em 2010, disse que haviam restrições a coligação com os Comunistas, visto ser o partido que fez o relatório final da nova lei e mutilou o código florestal anterior, privilegiando a impunidade, mais desmatamentos e destruição ao meio ambiente, já combalido.

Como observador da realidade do meio ambiente no RS e ativista combativo nas questões ambientais, vejo que no próprio Estado onde o PC do B já está no poder na SEMA/RS, ainda procura meios de fazer algo real para a política ambiental do Estado avançar. Sendo que tal aproximação seria mais desastrosa, visto a ‘vontade’ de setores do PV/RS em se aproximarem dos Movimentos Ambientalistas e ONGs ativistas, o que iria afundar estas intenções de coalizão futura.

Esta situação, que levou de volta o ativista ambientalista Nélson Vasconcelos para as campanhas eleitorais, neutraliza um pouco o descontentamento com os fatos desta situação insólita, criada sem noção dos prejuízos, que acarretou um pedido de desfiliação de Montserrat Martins, no domingo de 11 de dezembro de 2011, durante o Encontro com mais de 30 Executivas do PV no RS, realizada na Assembléia Legislativa.

Na leitura de uma Carta Aberta aos Verdes, Montserrat aborda a realidade do Estado no tocante as questões ambientais e pondera pela necessidade do PV/RS atuar de forma clara e objetiva, fazendo desta bandeira, de defesa ambiental, uma realidade.

Com a indicação de Nélson Vasconcelos, conhecido ativista, advogado, perito, professor e formado em psicologia recentemente, atenua as arestas existentes décadas, após um golpe sofrido em 2001, quando de forma abrupta e antiética, a Nacional Verde intervém na Executiva eleita de forma democrática em 1997, e que iria realizar a Convenção Estadual para a eleição de uma nova executiva naquele ano de 2001.

Sem observarem os ditames estatutários, a Nacional verde passou a manter a mesma postura ‘intervencionista’ durante esta década no Estado, sempre levando ao poder, Presidentes que comungavam da forma ‘jurássica’ de se manterem no poder e indicar os seus ‘preferidos’, suas indicações de partidos para coligar.

Situação esta demonstrada, quando na Nota Oficial do PV/RS agora em 2011, sobre as declarações de Montserrat; a Executiva do Estado assume existir indicação da Nacional Verde para conversas e acertos com os comunistas no RS, o que aumentam as dúvidas se Nélson Vasconcelos será aceito como candidato ao Governo de Porto Alegre, ou se apenas serviu para atuar como ‘bombeiro’ para apagar os incêndios causados por declarações que fogem aos princípios éticos e doutrinários dos Partidos e Movimentos Verdes no mundo.

Por Júlio Wandam
Fonte: REDE Os Verdes/RS

Comentário de: Cláudio Ávila | 12 de dezembro de 2011 | 14:21

Engana-se duplamente os que pensam que vão pautar as decisões do PV em virtude do que acreditam ser a única saída ou a verdade única. O Nelson não foi lançado, o que foi dito é que se Porto Alegre tiver candidatura própria, não haverá outro nome se não o dele. Não nos preocupamos em apagar incêndio algum. O Montserrat vinha declarando a todo instante que aguardava a definição da Marina para deixar o PV. Isso só foi uma justificativa para pedir desfiliação, se assim não fosse, seria expulso. Quanto as decisões de Porto Alegre, a estadual vai sim acompanhar os rumos de 2012, quem tiver qualquer insatisfação com isso ou vem debater internamente e fazer vencer sua posição ou o mesmo caminho do Montserrat é um caminho muito digno para quem gosta de fazer chacrinhas públicas. O PV irá eleger bancada nas próximas eleições, vai deixar de ser uma ONG sem poder e passará a ser um partido com representatividade. Quem se opuser a isso, é porque não quer um partido, quer uma ONG, daio lugar não será o PV. O PV através da bancada federla tem sido a resistência contra o código florestal e demais demandas que afetam a natureza e o meio ambiente. No entanto, para quem não sabe, os votos do PV e do PSOL não são suficientes para barrar votações de nenhuma forma. Enquanto as pessoas tiverem esse pensamento pseudo ambientalista, sem ter força política para as mudanças, nunca vamos vencer a luta contra os desmandos políticos. O PV do RS virou um partido, quem não entendeu isso ainda, ou entenda ou se retire. A deputada Manuela é apenas um dos caminhos para a cidade e não vamos desconsiderar ou excluir essa possibilidade em funçaõ de meia dúzia de pessoas que defendem posições radicais e sem sentido algum. Aos que ficam, vamos lutar juntos, aos que se vão, vão logo e boa sorte!

Comentário de: Julio Wandam | 12 de dezembro de 2011 | 19:17

Sinceramente senhor Cláudio, as notícias dão conta de que Vossa pessoa teria chamado a Nélson a Mesa dos Trabalhos do Encontro do PV/RS, inclusive manifestando-se pela indicação dele, como o único virtual candidato pelo PV a Prefeitura. Pelo que muitos entenderem, esta foi uma saida de mágico, que buscou na cartola a idéia. Mas tú sabes, que o Nélson não é bem quisto com a Nacional verde?? Pois é, se somos uns ‘palhaços de bombacha’ aqui no sul, que aceitamos as ‘intervenções’ do que da Pena quer, tudo bem, por que ainda estão na mesma ação feudal de manter alguns sob a tacanha visão de partido e de caudilhos. Por este motivo, se tens alguma manifestação em relação ao texto que escrevi, sobre a minha visão deste partido e do momento que vive, mande sua contestação, ou até mesmo peça a minha expulsão formal, pois já estou no exílio ideológico neste partido um bom tempo e sinceramente, de novo, é uma perda de tempo ficar até mesmo observando e lendo na imprensa a situação de um partido Verde que para mim, perdeu muito com a saída de muitos que faziam o PV em diversas cidades, com seu ativismo em nome das bandeiras programáticas desta agremiação que hoje nos afasta a cada dia. Quanto a ONG que diz que o PV é, quando, onde? O PV no RS nem perto de uma ONG chega por seu amadorismo e engessamento entre aqueles que usam o meio ambiente como um mero meio de se chegar ao poder e não fazerem nada. E chacrinhas públicas foram feitas quando te deram as condições de responder de forma deselegante e imprópria, para gente que almeja construir alianças políticas, teu vocabuláro deveria melhorar. Desta forma, terá mais inimigos políticos do que apoios internos para realizar algo em nome da sigla. Se quiser ter a oportunidade de saber como funciona uma Rede, tera uma idéia de onde vai parar toda esta merda jogada no ventilador, quando ‘uns melancias’ querem aproximar o PV de gente sem noção do que estão fazendo, ou se tem, é por mero descaso ao que interessa ao país e por ganância de poder, que um dia irá desaparecer.

Comentário de: Cláudio Ávila | 13 de dezembro de 2011 | 7:06

A aliança com o PCdoB é algo que consideramos sim. Mas em algum momento foi dito que isso está definido? Esses ambientalistas de plantões podem apresentar sugestões eleitorais para elegermos bancada na Câmara? Ou a grande tática é esse blá, blá, blá que nunca elegeu ninguém? O PV com os senhores está definhando eleitoralmente e seria assim até morrer de vez! Os nobres “ambientalistas” não terão mais palanque político no RS se deixarmos o PV na situação que está. Hoje ele se resume em 2 vereadores em Gravataí e mais nada. É isso que querem? Não vamos deixar ser dessa forma, vamos eleger mais de 40 vereadores no próximo pleito, eleger deputado estadual em 2014 e sonhar com prefeituras em 2016. Isso é planejamento, projeto de chegada ao poder, ai sim dessa forma poderemos defender nossas bandeiras de forma mais efetiva, propondo leis, derrubando leis, participando de governos e tendo milhares de tribunas legislativas para nos fazermos ouvidos. Nada do que vcs digam aqui vai nos demover dessa ideia, tampouco nos pautar. Aceitamos as críticas, compreendemos os anseios, mas aposto que após eleito o nosso vereador verde em Porto Alegre, os srs. serão os primeiros a comemorar. Podem ter certeza que teremos vereador verde em 2013 na capital para potencializar o discurso e as bandeiras históricas do PV. Os mesmos discursos postos aqui, mas que infelizmente jamis elegeu alguém, pois sempre vieram desprovidos de estratégia política e força eleitoral. Quanto a lenda do Penna ser um interventor, isso é uma bobagem descomunal. Acha até que se meteu pouco diante da incompetência histórica do PV/RS e das alianças pautadas por vaidades e inviabilidades eleitorais. Dessa vez, se necessário for, haverá intervenção, mas me desfilio do PV se não elegermos o vereador da capital. Quanto a ter ou não o apoio dos ambientalistas, a sociedade tem vários nichos e no caso da capital mais de 1 milhão de eleitores. Esse é momento dos ambientalistas acreditarem no PV, independente de alianças, pois onde estivermos nossas bandeiras serão preservadas, se assim não for, como podem perceber, a campanha direcionada a satisfação dos srs. jamais elegeu uma alma viva!

Comentário de: JCmargo | 13 de dezembro de 2011 | 19:13

Mais uma baixa previsível pois estou a treze anos militando ativamente no PARTIDO VERDE, e para mim não é surpresa a saída do Montserrat, surpresa sim foi ele dizer que militava à dez anos e só aparecer no “bonde Marina Silva”, tenho certeza que os verdadeiros verdes continuarão sua luta na construção do partido independente das baixas sofridas.

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