Política
TVSul21: “Democratizar a banda larga não é prioridade do governo”
Da Redação
A TVSul21 entrevistou o ex-presidente da Telebrás, Rogério Santanna, participante do Festival Internacional de Cultura Livre, o Conexões Globais 2.0. Demitido da função em maio de 2011, o especialista em Gerência em Engenharia de Software contribuiu com os diálogos do evento, realizado em Porto Alegre e criticou os rumos do Plano Nacional de Banda Larga dados pelo governo de Dilma Rousseff.
Nos sete anos que atuou como secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, Rogério Santanna recuperou a estatal de telecomunicações e propôs uma intervenção do governo para quebra do monopólio das operadoras que dominam a comercialização e acesso à banda larga no país.
“O Norte e Nordeste estão condenados a desconexão eterna pelo atual modelo de serviços de banda larga.”
Segundo ele, o domínio das teles na distribuição da rede precisa ser rompido para que os mais de 2 mil pequenos provedores possam também oferecer os serviços onde as grandes teles não dispõem de sinal e com isso baratear os custos para os consumidores. O que ele afirma não ser a prioridade de Dilma.
“O papel da Telebras era intervir neste mercado. Hoje isto está enfraquecido por não ser prioridade no governo Dilma”.
Assista outros vídeos da TVSul21 aqui.
Comentários (15)
» Deixe seu comentárioGente, a NET tá oferecendo banda larga de 10 megas a R$ 29,90, a banda larga do governo iria custar R$ 35,00 por 500 k, qual seria o motivo para criar uma empresa para tocar o PNBL que já nasceria sem utilidade?
Selminha, 29,90 por 3 meses depois isso vai para mais de 100 reais. Mas realmente, a própria net oferece 500k por uns 30 reais por mês.
Mas o governo Dilma não apoiar a banda larga popularmente é todo um problema de raciocínio falho dos governantes em geral. Já viram quanto pagamos de ICMS para comunicações aqui no RS? É tarifa de produto de luxo! Na minha opinião internet hoje deveria ser um direito.
Enquanto houver cobrança de 25% de ICMS a banda larga nunca será popular.
Depois do planinho patético de banda estreita daquele ministrozinho inútil, alguém ainda tinha alguma dúvida disso?
[...] Fonte: Sul21 [...]
[...] por Rachel Duarte, da redação da Sul21 [...]
Um bom exemplo do Lula de democratização de serviços é – plano LUZ pra todos -.
A Dilma é uma decepção as pessoas ainda não peceberam, ela só trabalha pra ter uma boa imagem na mídia (mídia herança da ditadura). Suas ações como presintente não fazem “juztiça” a sua história de vida. Recentemente o lutador do MMA zuow dissi que não sabia si tinha internet no Brasil, comparando com a França, Australia e outros, lutadorMMA não esta errado.
O fato é que a entrada da chamada classe C no mercado inaugurou algo como um capitalismo de concorrência, o preço da banda larga vem caindo rapidamente e também TV por assinatura vem caindo, a OI tá oferecendo pacotes melhores e mais completos do que a NET pela metade do preço, cerca de R$ 50,00 p/mês.
Uma TV que não agisse de acordo com injustiça da ditadura não se sustentaria ativa.
Agora um governo que não agi de acordo com as injustiças das famílias da mídia herderas, não se sustenta suave como a situação da Dilma.
Já viram quanto pagamos de ICMS para comunicações aqui no RS?
No RIO, SP, MINAS….. etc.
CONFAZ!
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[...] via Tiago Aguiar em Cirandeiras, por Rachel Duarte, da redação da Sul21 [...]
A banda larga e 40 milhões de sardinhas
Da lama ao caos: o Plano Nacional de Banda Larga.
“Se depois de conseguirem do governo tudo que podiam pedir a Deus (tarifa extorsiva, descompromisso com a qualidade, velocidade que não se pode chamar de banda larga, e limite extremo de download), as teles ainda dizem que é ‘muito difícil’ levar a banda larga a 40 milhões de vítimas, vale perguntar: o que virá depois do caos?”Bajonas Teixeira de Brito Junior*, no Congresso em Foco.
Para mais informações procurem na inertet pelo titulo acima e saibam de mais detalhes.