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Cabeleireiro se nega a atender governadora que é contra o casamento gay

Governadora defende que a Constituição dos Estados Unidos seja alterada para proibir casamento gay| Foto: Albuquerque Public Schools
Da Redação
O cabeleireiro Antonio Darden se recusou a prestar serviços à governadora do Novo México, Susana Martinez. O caso ganhou repercussão nos Estados Unidos nesta quinta-feira (23) pelo motivo da recusa: a governadora Susana Martinez se posiciona publicamente contra o avanço de direitos homossexuais.
“Eu acho que é uma questão de igualdade, dignidade para todos. Também penso que todos deveriam ser permitidos pela lei de casarem. Meu parceiro e eu estamos juntos há 15 anos”, falou Darden, disposto a lutar pela garantia de seus direitos mesmo que isso signifique perder uma cliente importante.
Além de ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a governadora defende que a Constituição dos Estados Unidos precisa de uma emenda que proíba a união de pessoas do mesmo sexo. Em virtude disso, o cabeleireiro Daren, que já foi responsável por preparar o cabelo da governadora em três ocasiões diferentes, recusou o pedido da assessoria da política que requisitava uma quarta visita ao salão.
“Não tem muito tempo que os assessores da governadora ligaram querendo marcar uma nova visita ao meu salão. Por causa de suas posições e seus pontos de vista sobre o casamento gay, eu disse a seus assessores que não a atenderia. Ligaram no dia seguinte, perguntando se eu tinha mudado de ideia. Eu disse não novamente”, contou o cabeleireiro.
Com informações do Uol e do ThinkProgress
Comentários (10)
» Deixe seu comentárioEstas tiazinhas frigidas defensoras dos “bons costumes” me dão pena. Imaginem só o que é viver sem emoções fortes.
O redator da matéria acredita que um prestador de serviço tem o direito de negar atendimento de acordo com as suas convicções?
Por exemplo, se ele não quisesse cortar o cabelo dela por ela DEFENDER o casamento gay, ou por ser gay ou por torcer para o time de futebol errado, ele poderia?
Eu acredito que sim.
O Fascistoide confundiu tudo: uma coisa eh lutar contra o preconceito, como fez o cabelereiro. Outra coisa eh fundar suas decisoes a partir de preconceitos.
E se ele se negasse a cortar o cabelo da Dilma porque ela militou na VAR Palmares, ou não sei aonde? Ele poderia?
Eu me negaria.
Nesse caso, Fascistóide (sim, fascismo é com “sc”), como bem disse o Kfouri, estarias fundando as tuas decisões a partir de preconceitos. Acho hilários esses argumentos de que as medidas contra a homofobia são totalizantes. As pessoas não se dão conta de que há atitudes que, principalmente por estarmos numa democracia, não merecem ser toleradas. Uma delas é a militância contra a união homoafetiva. Corretíssimo, portanto, o cabeleireiro: ele não é obrigado a atender pessoas que militam contra os seus interesses, sendo estes mais que legítimos.
Se fosse eu, passava a máquina zero na cabeleira dela!
Rosa,
O meu princípio é que todo mundo tem direito a negar atendimento a quem quiser, pelo motivo que bem entender.
Esse princípio tem a vantagem do cabelereiro não precisar vir te perguntar se ele precisa ou não tolerar o cliente dele para viver numa democracia.
Então, eu não cortaria o cabelo da Dilma, por nunca ter se retratado do seu passado de “militante”. Também não cortaria o cabelo do Lula, até porque no momento ele não tem.
Carlos, espero que você não perca os cabelos pela mesma causa que provocou a queda dos cabelos do Lula. Apesar de que, insensível como você parece ser, talvez isso não fosse exatamente um problema…
Pois é seu Carlos, a presidenta Dilma deveria se retratar por seu passado militante? É isso? Por acaso voce sabe o que foi a ditadura militar?Então não diz bobagem e vai estudar.Acredito que voce sim deveria se retratar pelas asneiras que disse.
Manda ela pro cabeleireiro do Neymar.