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Porto Alegre pode ficar quase sem bares depois da meia-noite

Smic e a Brigada Militar interditaram 22 bares e casas noturnas na Cidade Baixa, bairro boêmio de Porto Alegre | Foto: Luciano Lanes/PMPA

Felipe Prestes

Porto Alegre pode ficar às moscas depois da meia-noite, mesmo nas noites de sexta e sábado. No último final de semana, a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), em parceria com a Brigada Militar, interditou 22 bares e casas noturnas no bairro boêmio Cidade Baixa. Os bares estavam funcionando depois das 24h sem que seu alvará permitisse e casas noturnas operavam sem permissão para tal atividade.

A Operação Sossego foi motivada, como sugere o nome, pelo barulho nas ruas do bairro, que incomoda os moradores. “O que nos motivou foram, principalmente, as reclamações dos moradores, porque estes estabelecimentos costumam ter muitas pessoas na frente, que ficam consumindo bebidas na rua”, afirma o chefe de fiscalização da secretaria, Rogério Teixeira Stockey.

Ocorre que todos os alvarás para bares emitidos pela Smic a partir de 2004 só permitem o funcionamento até a meia-noite. Apenas estabelecimentos que já tinham alvará definitivo antes daquele ano podem ficar abertos depois das 24h – e não são muitos. Mesmo alguns bares mais antigos já foram impelidos por ações judiciais a reduzirem seu horário de funcionamento. Ainda assim, Stockey é taxativo: “Legalmente não têm como funcionar depois das 24h”.

A Smic contabiliza 183 bares ou casas noturnas na Cidade Baixa. Destes, 86 já foram fiscalizados. A operação deve continuar e se estender para os bairros Moinhos de Vento, Centro, e pelas imediações da Avenida Goethe. Stockey destaca que a operação começou em maio, que os bares foram notificados e tiveram tempo para se adequar às normas. Ele relata que os bares já estão tratando da desinterdição e que a Smic vai analisar caso a caso. O chefe de fiscalização afirma que os estabelecimentos precisarão se comprometer por escrito a cumprir com as especificações de seus alvarás.

“Meu bar não teria condições de sobrevivência”

Cláudio Freitas, proprietário do Bar Parangolé, na Cidade Baixa, ainda não teve o bar fiscalizado, mas projeta ter que trocar de atividade, caso não possa ficar aberto depois da meia-noite. “O meu bar não teria condições de sobrevivência. É um bar pequeno, tento compensar pelo horário de funcionamento. Até o pessoal chegar no bar nos dias de semana já são 21h. Nos finais de semana, ainda mais tarde”.

Freitas vê prejuízos para a cidade, tendo em vista o turismo, os impostos e empregos gerados, e para a população. “É um absurdo o porto-alegrense não ter um bar para freqüentar depois das 24h. Em todas as cidades as pessoas vão a bares depois deste horário. Aqui parece que a gente é fugitivo. A gente paga impostos, gera emprego. É uma questão delicada, os moradores sofrem com o barulho, mas existe o turismo e os porto-alegrenses também precisam ter espaço para desopilar, para conversar”. O proprietário cobra uma atitude da Associação Brasileira dos Bares e Restaurantes (Abrasel) e do sindicato local.

O chefe de fiscalização da Smic admite as inegáveis perdas econômicas dos bares, mas diz que é preciso também colocar na balança o bem-estar dos moradores da Cidade Baixa. “Evidentemente que a diminuição do horário causa perda econômica, mas há o ganho de tranquilidade dos moradores. Isto tem que ser analisado”.

Casas noturnas precisam de alvará específico

Atualmente, apenas as casas noturnas conseguem obter um alvará para funcionar depois da meia-noite. Mas sua dificuldade é outra: não podem operar sem o alvará específico para a atividade e obtê-lo é um trabalho para Hércules. “Eles mesmos dão o alvará para trabalhar apenas até as 24h e dizem para ir levando assim. Estamos tentando o alvará específico ‘só’ há seis anos, desde que abrimos a casa”, ironiza Luiz Alberto Jeziorny, um dos proprietários do Mr. Dam.

Rogério Teixeira Stockey ressalta que esta não é sua área de atuação, mas diz que, chegando à Smic com todas as especificações em dia, o proprietário de casa noturna já sai com o alvará na mão. O problema são os documentos necessários, como a carta de habite-se específica para a atividade e a licença ambiental, o que envolve outras secretarias, como a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov). “Sempre tem um empecilho, uma vírgula faltando”, afirma Jeziorny.

O proprietário afirma que os próprios moradores elogiam o estabelecimento. “Nosso público é da porta para dentro e nossa acústica é boa”, diz. A casa noturna está tendo reuniões com a Smic para ver se consegue a regularização. Segundo o chefe de fiscalização da secretaria, só com o alvará específico as casas noturnas poderão reabrir. E para Luiz Alberto também só interessa este alvará, já que a casa há seis anos funciona até o sol aparecer. “Pela natureza do nosso bar, não temos condições de fechar à meia-noite”.

Comentários (63)
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Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 10:23

O meio-termo é bem difícil de chegar neste caso. Temos que cuidar para a cidade baixa vire um lugar onde os moradores comecem a fugir devido ao barulho, senão corremos o risco de acontecer lá o que aconteceu no centrão, que foi abandonado pela maior parte da população e virou o que é.

Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 10:25

Mas a história de que vão ter que fechar os bares por causa do horário um pouco é a choradeira que os proprietários sempre farão. Eles iam quebrar por causa da lei seca também. E vários países tem horários rígidos.

Comentário de: Ires Kowalevski | 15 de novembro de 2011 | 10:34

E isso ai , alguém tende fazer alguma coisa para que os musicos, os donos de bares e
funcinários voltem a trabalhar com sossego. Ja basta de tanta truculencia.Que bom que existe um site para podermos expressar o que pensamos. está entrevista esta otima.

Comentário de: Flávio | 15 de novembro de 2011 | 11:49

Vergonha nossa classe empreendedora: desrespeita a lei e depois vem chorar quando o poder público exerce sua função defendendo o interesse da maioria.

Comentário de: Juliano Y | 15 de novembro de 2011 | 12:00

Quebrar por causa da lei seca? Exemplo de países com horários RÍGIDOS? Me diz uma coisa, tu deve vangloriar os tempos de Médici e Geisel!

Comentário de: Rafael Rodrigues | 15 de novembro de 2011 | 12:14

Flávio, você tem conhecimento da lei para Empreendimentos Noturnos? Dessa vez não podemos por a culpa na classe empreendedora: o poder público boicota esse tipo de alvará, e estimula os donos de bar a continuarem com alvarás provisórios, ou um outro tipo de alvará, por conta de um ‘jeitinho’ que vinha funcionando até agora.

Pra mim vale uma investigação jornalísica maior e mais séria.

Comentário de: Rafael Rodrigues | 15 de novembro de 2011 | 12:20

E mais: as pessoas que ficam na rua até mais tarde (que são o alvo das reclamações dos moradores) nem entram em locais que se pretendem estabelecimentos noturnos, estão lá pra se divertir sem gastar muito dinheiro, ou seja, em estabelecimentos que oferecem bebida barata e que não se pretendem a ter shows ou funcionar a noite inteira, e não cobram ingresso.

Os bares que empregam + gente (musicos, garçons, djs, cozinheiros, porteiros) e que cobram pela entrada, que investem em reformas, acústica, estão sendo o boi de piranha da noite da cidade baixa, desse jeito vamos espantar os nossos turistas… ops… acho que nem temos turistas mesmo não é?

Comentário de: Flavio | 15 de novembro de 2011 | 13:43

Será que a boates Pink Elephant, Chairs, Club 688, Wish Club…endereços carimbados da burguesia portoalegrense sedenta por espumentes, vodcas, energéticos, combustível sintético e alienante música eletrônica funcionam com os alvarás certos? Porque o problema é sempre na popular Cidade Baixa? Quando vão fiscalizar as mesas na calçada na Rua Padre Chagas e arredores?

Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 15:51

Juliano, nos EUA mesmo, e diversos países da Europa, a partir de determinado horário, meio-noite ou uma da manhã, não se pode vender bebida alcóolica, e o resultado é que eles fecham mais cedo do que aqui. Nos tempos do Geisel e Médice não havia horário para este tipo de coisa, mas sei que tens que considerar que todos que discordam de ti são a favor de ditaduras da direita, né?

Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 15:53

Flavio (sem acento) o artigo diz que o próximo alvo é o Moinhos de Vento. Para variar vcs estão levando a discussão para luta de classes, nem tudo se resume a isso, vamos manter a discussão no assunto. Não sei do alvará da Pink Elephant.

Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 15:56

Rafal Rodrigues, gostei do tei comentário, poderias me dar a fonte sobre esse boicote aos alvarás? Eu gostaria de saber mais sobre isso, sério. Em relação a turistas, por favor! Se poa quer atrair turistas, comece fazendo uma orla decente e arrumando locais como o mirante do morro Santa Tereza (que até foi tirado do guia oficial de turismo).

Comentário de: Felipe X | 15 de novembro de 2011 | 16:03

Sugiro contatarem este pessoal para verem se estão botando os botecos da João Alfredo no roteiro turístico de POA: http://portoimagem.wordpress.com/2011/11/15/capital-lanca-rede-de-agencias-receptivas-no-festival-de-turismo-de-gramado/

Comentário de: Flavio | 15 de novembro de 2011 | 16:35

Felipe X certamente a Pink Elephant tem o alvará certo. E conseguiu rapidamente. Olha o odioso site deles, “entretenimento de luxo”. Se for de “luxo”, tudo de resolve rapidamente. Se for popular, mandam para o Porto Seco.

Comentário de: Marcelo | 15 de novembro de 2011 | 16:46

3 coisas:

1. Bares depois da meia noite geram empregos, turismo e impostos. Mas também geram gente bêbada no volante, desordem e violência.
2. Os moradores chegaram na Cidade Baixa antes dos bares, portanto eles têm todo o direito em reclamar. Se alguém tiver que sair, que sejam os bares.
3. Sem alvará, um estabelecimento não pode funcionar. Isso é fato. E não é só na Cidade Baixa, é em qualquer lugar.

Comentário de: marcelo | 15 de novembro de 2011 | 17:56

Incentivar o encontro de pessoas nas ruas – mesmo enquanto estejam experimentando estados alterados de consciêcia – é a nossa única chance de transformar o mundo num lugar mais habitável. Só a partir do encontro conseguiremos desconstruir os estereotipos, os preconceitos, tal qual o do moderado leitor Felipe (que por óbvio repete aquele jargão “vocês já estão querendo transformar a discussão em ideologica, como se não houvesse uma ideologia por trás daquilo que legitima a diversão cafona da Pink Elephant, que é a cara do elegantíssimo Valter Nagelstein, e deslegitima a diversão que ocupa o espaço urbano) que refere que o “Centro virou o que é”, sem dúvida desconhecendo o que de fato o centro é, repetindo, rosnando o ranso das dondocas e dos cavalheiros que consideram certos lugares “perigosos”. Medo patético, triste, daqueles que se escondem por trás dos vidros escuros.
Enfim, Cazuza, tinha razão, sem dúvida a burguesia fede.
Espero que a juventude não se conforme com os moralistas, ascetas, da SMIC ou de qualquer outra instituição kafkiana que queira enquadrar o divertimento de quem quer simplesmente fugir da estupidez das consumações e das áreas vips.

Comentário de: Jeferson | 15 de novembro de 2011 | 18:01

O problema aí é complexo. O secretário da Smic é um sujeito, digamos assim, pouco confiável. Quando é para aparecer, ele faz estardalhaço, mas nesse caso está estranhamente silencioso, botando os fiscais pra apanhar. É como se a secretaria fosse chefiada por uma vontade divina. Tem coisa aí.

Comentário de: Paulo | 15 de novembro de 2011 | 18:07

Com a revitalização do cais, espero que esses butecos se mudem pra lá e deixem os moradores que pagam impostos descansar, pq no dia seguinte é dia de trabalho. Esses butecos não pagam quase nada de impostos geram meia duzia de subempregos e atraem tudo o que não presta desde prostituição a trafico de drogas.

Comentário de: Juliana | 15 de novembro de 2011 | 18:30

Ai gente, por favor. Sem hipocrisia, vai… Tudo bem que alvará é importante, defendo isso. Mas quem vai morar na Cidade Baixa querendo Silêncio que se mude pra qualquer outro lugar.

Comentário de: Juliana | 15 de novembro de 2011 | 18:32

Paulo, quanta bobagem. Nem todo mundo se diverte com prostituição e drogas, meu querido!

Comentário de: Karen | 15 de novembro de 2011 | 18:41

Entendo perfeitamente os dois lados, mas acredito que ambos abusam, como disse o Jefersom, deveriam averiguar qual o real motivo de o presidente da smic estar levantando a bandeira!
Quer sossego vai morar num sitio, oras….
Quanto ao Paulo, deve ter 80 anos e morar na João Alfredo, não o critico, mas respeito é bom, e sinceramente, prostituição e tráfico de drogas existem em toda a nossa Porto Alegre, uma lástima, mas uma verdade!

Comentário de: Flavio | 15 de novembro de 2011 | 19:38

Na Pink Elephant, Chairs, Wish Club, Meat Club, Club 688, e Cafe de La Musique não se usa nenhum tipo de substância. Afinal, baseado é coisa de pobre, menos na devastada Praia do Rosa, para os alienados reaças que adoram delirar diante das “picapes”. Nestes lugares certamente não tem ninguém fungando pelos banheiros, o pessoal tem rinite mesmo. E aquela balinha que todos levam na boca é apenas Pastilha Valda, para não inflamar a garganta. Lá não o DENARC não bate. Lá a BM não faz blitze na porta. Lá a Zero Hora não infiltra nenhuma câmera oculta, claro, o pessoal da empresa deve estar por lá.

Mas a Cidade Baixa tem que ser tratada com fiscalização da SMIC e apoio do BOE.

Comentário de: César | 15 de novembro de 2011 | 19:41

A interdição de bares na Cidade Baixa é uma daquelas situações em que todos têm um pouco de razão. Não é razoável propor que os moradores da Cidade Baixa se mudem porque há barulho na rua. O razoável é que todos cumpram a legislação – do Moinhos de Vento à Restinga.
TODO EMPRESÁRIO defende seus interesses dizendo que promove o emprego. O fato é que TODO EMPRESÁRIO visa o lucro, gerando ou não empregos. Os empreendedores que instalaram seus negócios na Cidade Baixa, querem usufruir o máximo, com responsabilidade mínima. Se não for possível, mudarão de bairro. Os artistas que tocam nos bares interditados, naturalmente, não querem o fechamento de seus espaços. Daí, partem na defesa dos interesse dos empresários que não seguem as leis.
A classe média portoalegrense adora vir beber cerveja na Cidade Baixa e, depois, voltar para sua casa,sem se importar com o ruído e o rastro de sujeira que deixa pelo caminho. É justo tratar um bairro como mero espaço para satisfação dos seus desejos?
É bom poder andar pela Cidade Baixa e encontrar um lugar pra tomar uma cerveja e conversar. Até aí, tudo bem, mas me parece que o bairro está vivendo um ponto de virada. Um ponto em que a excessiva concentração de bares está esgarçando as relações entre moradores e “usuários” do bairro .Não é bom que essa tensão se resolva pela exacerbação do conflito. Por isso existem leis. E o Estado, no caso, a Prefeitura, deve intervir em nenefício do bem comum. Se os conflitos se exacerbarem, dentro de algum tempo, o bairro será abandonado pelos moradores tradicionais que tiverem condição de se mudar (os mais pobres se ralam), por outro lado, surgirá um outro ponto de atração da vida noturna, os estabelecimentos migrarão para o novo ponto e a Cidade Baixa entrará em processo de degradação. É um risco real.
Ainda há tempo de se estabelecer uma solução negociada, que mantenha a vida noturna na Cidade Baixa, mas que evite a destruição do Bairro – o que seria a “morte da galinha dos ovos de ouro”. É possível, mas é preciso te rtolerância e disposição de conversar, respeitando o entendimento de todos os lados .http://bit.ly/utnRGV

Comentário de: TEREZA DALMASO | 15 de novembro de 2011 | 20:23

Realmente é preciso diálogo e solução negociada. No entanto fechar os bares antes da meia noite é confinar as pessoas dentro de suas casas e abandonar as ruas. Ruas abandonadas é lugar ideal para ser ocupada por bandidos. Os bares são locais de reunir, conversar, ouvir música. As calçadas cheias de pessoas conversando, ouvindo música, contribui com a segurança. Claro que é preciso resguardar o respeito ao descanso das pessoas e é preciso buscar alternativas para isso. Fechar os bares depois da maia noite, de forma radical, não é a melhor alternativa. Cuidado com o preconceito com os bares! Gosto de bar e descobri o encanto deles apenas na terceira idade, pena!

Comentário de: Durango | 15 de novembro de 2011 | 22:55

Que os bares consigam o alvará e que a PM pare de incomodar. Ponto. Ruim que Poa adora posar de capital do primeiro mundo. Pois é, no velho continente os bares fecham mais cedo.

Comentário de: Hermes Vargas dos Santos | 15 de novembro de 2011 | 23:16

Não acredito! É uma notícia tão boa que não deve ser verdadeira, pois isso só acontece em países civilizados …

Comentário de: Rodrigo | 16 de novembro de 2011 | 1:15

Eu não entendo de nada, nem de alvara nem de lei, mas vou lhes contar uma coisa, pensem : Ter um apertamento na cidade baixa não custa nada barato nem nunca custou, ai a pessoa se mata trabalhando pra pagar gás, água, luz, condomínio, impostos, comida, passa a semana toda ouvindo o que não quer e fazendo o que deve, chega na sexta-feira e quando pensa que vai poder despencar na cama e dormir, que nada, vem o barulho de buzinas dos carros que passam na josé do patrocínio feito loucos correndo, sempre tem um exaltado bêbado gritando, brigas, blitz de polícia e pra ajudar tem uma espécie de bandinha que sei lá o por que, deve ser algum tipo de protesto, passa fazendo tocando bem alto pra não deixar ninguém dormir mesmo… antes até dava para conviver com os bares e pessoas bebendo, mas agora tá tudo liberado e o pessoal tá extrapolando, querem fazer protestos de madrugada, brigas e mortes aumentaram absurdamente, obvio que os moradores vão reclamar, por que realmente tá ficando insuportável o barulho nas ruas… E ai a pessoa não descansa o ano todo, você acha que essa pessoa vai ser uma pessoa calma ou uma pessoa agressiva durante a semana ? tem muito mais do que simplesmente acabar com a diversão!

Comentário de: natalia | 16 de novembro de 2011 | 1:16

nãaaaaaaaaaaoooooooooooooooooo consigoooooo dormiiiiirrrrr por causa do café segredo, lima e silva, tunc tunc tunc vibra tudo dentro d casa ,,,, e aí será q nossaaa querida SMIC compareceu por lá tmb????? jura né!!!!

Comentário de: jorge | 16 de novembro de 2011 | 1:21

tem vários barzinhos legais , e q não incomodam.
mas tem muitos q compram um barzinho e pensa q tem uma casa noturna e de-le música ao vivo a todo vapor sem nenhuma acústica , esses sim incomodam e prejudica os estabelecimentos q procuram seguir um trabalho sério sem prejudicar ninguém .

Comentário de: Roni | 16 de novembro de 2011 | 10:20

A questão não é o barulho, porque bares que possuem tratamento acústico não conseguem alvará para funcionar após a meia-noite. Respeito do direito ao silêncio, mas quero ter a liberdade de sair de casa e encontrar um local para descontrarir e não vejo porque tenho que pagar altíssimos valores em bares na Padre Chagas para sair (ou a intenção é essa mesmo, filtrar públicos cobrando caro). Porque Porto Alegre não pode ter uma zona boêmia? Se onde está não é bom, que digam o local que deveria ser, afinal o qurto distrito está aí esperando para ser revitalizado….

Comentário de: Luciana | 16 de novembro de 2011 | 11:06

Tema polêmico, com vários lados, todos tem razão, difícil equação….nem sei qual minha opinião, fico dividida…mas tem que se encontrar um acordo, isto pode prejudicar muito o turismo mesmo…sem falar nos trabalhadores, que são muitos, onde trabalharão?…Mudar a cultura para que as pessoas saiam mais cedo é muito pouco provável…mais fácil impor restrições e deixar que funcionem…sei que os empresários só buscam adequações quando há uma ação radical como esta, já trabalhei em fiscalização, agora é tudo uma questão de negociar, chamar os moradores e os empresários e deixar que se entendam…

Comentário de: Luís Rodrigues | 16 de novembro de 2011 | 11:32

Porto Alegre precisa deixar de ser provinciana e se modernizar. O Sr. prefieto fala muito em Copa do Mundo em Porto Alegre mas se não conseguimos ter estádios em condições, hotéis, nem mesmo os bares regularmente funcionando, etc….o que poderemos oferecer aos turistas ? A vista do Guaíba com aquela orla totalmente deteriorada ? Ao invés de continuarem perseguindo os donos de bares da Cidade Baixa (que pagam impostos e geram empregos) poderiam tratar e fiscalizar questões mais séiras como a Segurança dos cidadãos e dos estabelcimentos. lembro aqui a recente onda de assaltos aos bares da Cidade Baixa e pergunto onde estava o poder público ? Para fiscalizar aparecem mas para proporcionar segurança não….pronuncie-se a respeito, autoridades da Prefeitura !!!

Comentário de: Dé | 16 de novembro de 2011 | 11:40

Seguinte acho um tanto que ridiculo fechar os bares da cidade baixa, morei ai seis anos da minha vida e vou dizer, os bares não são os problemas o problema é as pessoas que ficam na rua e não querem entrar para não gastar a grana e muito desses são de outros bairros de classe BEM ALTA. E portanto sou a favor sim dos bares ficarem aberto pois os bares são a alma da cidade baixa e detalhe morei seis anos na João Alfredo.. aonde esta localizado os diversos bares. E quando volto a Porto Alegre é uma alegria ficar na cidade baixa pela VIDA que exerce a noite, saber que quando você chega da faculdade entre 23:00 e 00:00 tem aonde ir,com os amigos beber uma cerveja, escutar uma boa música ou degustar alguns picadinhos. E garanto é mais fácil o poder público retirar e prender a gurizada que fica na RUA bebendo e ainda por cima sai dirigindo e cade a LEI SECA, morreu???????????

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Comentário de: João carlos | 16 de novembro de 2011 | 13:59

GOSTARIA MUITO DE SABER PORQUE LOCAIS COMO A “CASA DO LADO”, na República ao lado do Namaste, não recebeu visita de vistoria.
E este local só tem música mecânica, tem filas das 23 as 4 da manhã, com gente mal educada gritando, bebendo, jogando lixo no chão, ficando em frente ao bar depois das festa até as 8 da manhã.
Táxis em fila dupla trancando garagens.
E mais, não valorizam músicos locais, só copiam culturas de fora.

Comentário de: Mariana | 16 de novembro de 2011 | 14:16

Não podemos afirmar, mas existe algo estranho. Pq o Segredo está aberto? Coloque no site da SMIC e procure o tipo de alvara deles. Pq os bares q ja cumpriram com todas as exigências para obter o alvara para ficarem abertos após as 24hs ainda não conseguiram? Só consegue o maldito alvara provisório para funcionar até as 24hs. Ta na hora de abrir o olho. Ta na hora da imprensa procurar o tipo de alvara de muitos lugares q ainda estão abertos e mostrar q a SMIC não está cumprindo seu papel corretamente.

Comentário de: Mariana | 16 de novembro de 2011 | 14:31

Paulo, tu ta pensando só em ti neh. Os bares pagam muitos impostos e sim empregam muitas pessoas, e quem trabalha em bares ganha mais trabalhando a noite do que durante o dia, pq muitas das pessoas q trabalham nos bares não tem curso superior completo. E não é dentro dos bares q rola prostituição e drogas e sim nas ruas. Quer falar q isso rola dentro dos bares primeiro prova meu querido, se não é melhor ficar quieto pra não tomar um processo nas costas.

Comentário de: Geisel | 16 de novembro de 2011 | 15:02

Se liga Marianta, barzinho que paga 40, 50 pila SEM RECIBO e SEM PAGAR IMPOSTOS para os funcionários não está “gerando emprego”. E tu deve ser muito cega pra não ver drogas e prostituição…

Comentário de: Iara | 16 de novembro de 2011 | 16:05

Nossa! O Paulo está, com certeza, se é que mora na Cidade Baixa, morando no lugar errado. A visão distorcida ou superficial sobre os frequentadores, frequentadores e moradores, pois não pense tu, Paulo, que a maioria das pessoas que moram aqui não frequentam o lugar, é absurda. E quanto aos impostos, todos pagamos.

Comentário de: Lucas | 16 de novembro de 2011 | 16:07

Como proprietário de uma danceteria há muitos anos, COM ALVARÁ DE CASA NOTURNA, autorizada a funcionar após à meia-noite, posso dizer que para um estabelecimento noturno conseguir esse Alvará, se tudo estiver correto, não sai antes de 36 meses. As exigências são tantas, como E.V.U. – Estudo de Viabilidade Urbana, Laudo de Incêndio da SMOV, Habite-se específico, Laudo de Operação da SMAM, PPCI do Corpo de Bombeiros e se TUDO estiver nos ditames da Lei, a SMIC emite o Alvará. Em Porto Alegre, menos de 5%, eu disse 5%, das casas noturnas tem todas as licenças exigidas. Porquê é simplesmente quase impossível de se conseguir.
Por outro lado, os estabelecimentos que funcionam sem esse Alvará de casa noturna, acabam concorrendo deslealmente com quem tem.
O problema das arruaças, brigas, lixo, bebedeiras, aglomerações nas ruas é uma questão de SEGURANÇA PÚBLICA. Basta ter o aparato da polícia nas ruas, que isso termina. Mas é mais fácil terminar com os bares e casas noturnas do quê usar a polícia.
Acredito que a Lei deve servir para TODOS. Existe Legislação, cumpra-se. Não tem Alvará específico, tem que se adequar ou fecha. Todos os estabelecimentos interditados sofreram notificações, autuações e prazos foram dados para se adequarem.
Agora cabe também à Prefeitura de Porto Alegre fazer um mutirão para atender e flexibilizar à obtenção das Licenças exigidas. Existem muitas casas sérias que trabalham com correção e empregam bastante gente. Como tem outras que não são assim.
E isso não vale somente à Cidade Baixa. Tem que valer para TODA Porto Alegre.

Comentário de: Iara | 16 de novembro de 2011 | 16:11

Bom! Se as drogas viraram o rela motivo do fechamento dos estabelecimentos (mudamos de assunto radicalmente), então não teremos mais lugar para frequentar no mundo….Vixxxx!!!
O grande problema de alguns brasileiros é a hipocrisia, não adianta. Não adianta estudo, informação, nada disso.

Comentário de: Iara | 16 de novembro de 2011 | 16:17

Discurso do ” marcelo”, sensacional!

Comentário de: Marjulie | 16 de novembro de 2011 | 16:17

Lei é lei, e se está cumprindo-a com a fiscalização. Querem mudá-la? Simples, é só propor um projeto de lei popular na câmara, dizendo que bares e restaurantes podem funcionar depois das 24h com música alta. Aí, vai haver discussão popular, audiência pública, o escambal, até que se chegue em consensos. Agora, o problema principal, dele ninguém fala: estive na C. Baixa sexta à noite, e vi viaturas do BOE passando a mil. E só. Nada de PM nas esquinas. E olha que andei por todas as ruas, até encontrar um bar com menos gente pra sentar. Depois, tem arrastão, e dizem que vai aumentar o policiamento. Quando foi isso? Há, há um mês disseram que iria ter policiamento. Até agora, nada. Quem vai nos lugares, ou quem mora lá, além de querer dormir, acho que deve também querer ter segurança para dormir ou tomar sua cerveja sem ter um cadeado na bolsa. Se querem fazer a C. Baixa ser decente, comecem pela segurança. O resto se conquista com discussão popular.

Comentário de: Leandro | 16 de novembro de 2011 | 16:30

Na verdade se continuar assim a cidade baixa vai se transformar em um bairro como Bom Fim, escuro e perigoso(após ter saído os bares de lá)

Um bairro como a cidade baixa, tradicional em Boemia, referência turística deveria ter mais investimento para que continuem funcionando os bares e reafirmando a cidade baixa como um ponto turístico para Porto Alegre.

Tradicionalmente as pessoas ficam até mais tarde na cidade baixa, sendo uma das poucas opções de Porto Alegre como um lugar tradicionalmente tranqüilo sem brigas e arruaças para tomar uma cerveja, escutar uma boa música e mesas nas calçadas.

Não vamos transformar exceções em regras.

Comentário de: Dé | 16 de novembro de 2011 | 16:35

Estão generalizando total… eu acredito que precisa sim ter policiamento e com isso a baterna da noite nas ruas iriam acabar, cidade baixa todo mundo sabe que é rua Boemia de Porto Alegre, e acredito sim que pessoas se drogam na rua pois não é dentro de bares mas sim nas ruas e numa pequena lancheria perto do pão do pobres que antigamente tinha nome Tropical se não me engano… ali sim rola droga a solta e detalhe que a Smic não veja essa lancheira e sim fecha os bares que a gurizada entra para se divertir com amigos pra desopilar a cabeça. Policiamento acredito que deva ter sim na cidade baixa, mas também não é um lugar fuleiro como uns e outros estão falando nos posts…Como falo não está satisfeito.. tem tantos lugares para sair em porto alegre… e me poupem sobre drogas… em qualquer lugar tem tanto na cidade baixa como em outras grandes casas noturnas que existem em qualquer lugar bem falado Flavio

Comentário de: Ricardo | 16 de novembro de 2011 | 18:12

Sou morador da Cidade Baixa e acho pra lá de hipócrita a forma de atuação da Prefeitura de Porto Alegre em relação a vida noturna e cultural da Cidade Baixa. Ano que vem tem eleição e não vou votar em ninguém que faca parte desta administração ou em quem, d alguma forma, se coligar com ela. Quem concorda que faca o mesmo.

Comentário de: Benjamin | 16 de novembro de 2011 | 18:50

Tremenda idiotice; uma cidade não é feita só de familias que dormem cedo e acordam cedo pra manter uma estrutura casa-trabalho-casa exigida pela economia da classe mediana .. existem milhares de situações que devem ser respeitadas – Se fecham os bares e casas noturnas e as pessoas ocuparem as calçadas e praças depois da meia noite em grupos de amigos sem endereços definidos, o que vai fazer a prefeitura? ..Impedir e declarar toque de recolher???? vai impedir o direito de ir e vir e o de livre reunião??? – e o turismo??? – e os trabalhadores de horários alternativos? .. e os empregos gerados (e perdidos) nos estabelecimentos noturnos? — Depois virão as proibições às lojas de conveniências … e o que mais??? … Facismo social???

Benjamin Gadagnotto

Comentário de: luna | 16 de novembro de 2011 | 19:58

O grande problema e a causa para a criação dessa “Operação Sossego”, não são bares civilizados, com intuito de reunir pessoas para fins de diversão, comunicação, confraternização, que tocam música ao vivo, com entrada barata, que proporcionam ao público noites agradáveis de cultura, boemia e bebida alcoólica estão diretamente ligados à Cidade Baixa, porém, bares com pouca estrutura e com um público onde a intenção não é beber e divertir-se com amigos e estranhos em harmonia, e sim, pagar pouco, para encher a cara, se entorpecer e ficar quase intimando a todos que passam ou moram perto de onde eles escolheram a aceitar seu comportamento, o problema não é dentro dos bares e nem nas mesinhas nas ruas, o problema está na ordem pública, na segurança civil e na maneira como as ruas não tem ordem nenhuma, se o barulho nas ruas ultrapassa o que é permitido por lei, então notifiquem quem está ali na rua, atrapalhando o tão estimado sossego dos vizinhos, e não os bares que investem e estudam diversas maneiras de trazer entretenimento de qualidade para os boêmios.

Comentário de: Guto | 16 de novembro de 2011 | 22:55

DESISTI DE LER. A LETRA É MUITO PEQUENA

Comentário de: Aluisio | 16 de novembro de 2011 | 23:48

Quero dizer que todos os que moram na CB sabem que lá há muitos anos é bairro boêmio. A rua João Alfredo chegou a ser decorada com luzes ilustrativas, coisas que deram vida à característica de vida noturna do bairro. Concordo com quem colocou que lixo, drogas, gritaria, etc, não é problemas dos bares, e sim, de educação e da segurança pública. Frequento assíduamente vários bares e nunca vi prostituição por ali, e não sou nenhum pouco tapado. Ora, quem não está satisfeito, se mude, vá para praia, para o sítio, ou para um bairro mais calmo. Tenho família, descanso e conservo meu lar e frequento bares e restaurantes que mais me convém, e isso não me tira nenhum pouco a minha diginidade de trabalhador e, de novo, pagador de imposto. Pagar imposto não é nenhuma qualidade, é obrigação de todos. O ruim disso é pagar e não ter nada em troca, nem do governo municipal, estadual ou federal. VIVA A CIDADE BAIXA, VIVA OS BARES, VIVA AS CASAS NOTURNAS! Ando procurando um apto na CB para ficar mais perto!

Comentário de: Aluisio | 16 de novembro de 2011 | 23:56

Lindo seria uma pessoa de outro estado ou país chegar aqui, pegar um táxi e perguntar onde posso me divertir e gastar pouco? O taxista diria: é uma pena, nossos bares e casas fecham a meia noite, ou vc terá que gastar 500 reais em uma casa mais top. Dai a Copa do Mundo não é argumento! EU que gosto de tomar minha cerveja e não incomodo ninguem, sofro pq tem uma meia dúzia de abobado, de vidinha cheia de regra, que adora julgar os outros, botando as garrinhas pra fora. Isso é coisa de gente fraca!

Comentário de: Zétenso Enervoso | 17 de novembro de 2011 | 1:01

Dizer que os moradores que não gostam de barulho devem se mudar da cidade baixa é o mesmo que dizer que as pessoas que não gostam de enchentes devem aprender a nadar e parar de reclamar.

Bem vindos à ditadura dos barzinhos.

Comentário de: Jorge Loeffler | 17 de novembro de 2011 | 1:25

Fiico impressionado com a inocência do Prefeito de nossa Capital e os seus secretários que são vergonhosamente iludidos por essa polícia que DEVE por força da Constituição ser OSTENSIVA, mas que se esconde em vergonhosos desvios de função. Com isto o Prefeito e seus secretários resultam literalmente queimados no aspecto político e essa guarda passa por dedicada e zelosa. Nada disto. Eles não querem trabalhar e induzem a Prefeitura a fechar essas casas noturnas. Se eles tivessem vergonha na cara e recolhessem os milhares em desvio de função e os colocassem nas ruas com certeza sobraria gente no policiamento. Eles se escondem na Assembléia onde há mais deles e professores do que outros funcionários, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, na administração de hotéis de veraneio aqui no litoral, na administração de fazendas, hospitais, olarias e não sei mais onde. Eles têm tanta gente que ano passado foi montada uma mega quadrilha dentro do Palácio Piratini, quadrilha essa chefiada por um coroné e que roubava telhas destinadas às vítimas de intempéries e vendidas a outros bandidos como eles. Como é que não tem efetivo? E nos tais quartéis eles têm até “cartórios” como se fossem Polícia Judiciária. É verdade sim. Comportam-se de forma vergonhosa. Ia esquecendo que no MP também há muitos deles brincando de “investigar”, coisa para a qual não só não estão preparados como a lei não lhes acomete.

Comentário de: Zétenso Enervoso | 17 de novembro de 2011 | 5:19

Eu até gosto de samba-rock mas vocês não fazem idéia como é difícil dormir com alguém cantando “lêlêlêlêeeeee lêlêlê lêlêlê lêlêlêeeee”.

No outro dia, ao chegar no trabalho, eu odeio o samba, o rock e o samba-rock.

Aos que gostam dessa baderna eu espero que na próxima encarnação vcs morem entre uma quadra de ensaio de escola de samba e um terreno que abrigue um rock in rio da vida.

E que os cavalos do desfile farroupilha caguem em suas calçadas enquanto a gauderiada canta o hino do rio grande do sul.

E de brinde que entupam e transbordem os boeiros com as malditas bandeiras e panfletos das campanhas políticas.

Comentário de: A solução é | 17 de novembro de 2011 | 10:06

implantar isolamento acústico nos estabelecimentos.

Comentário de: Juliana | 17 de novembro de 2011 | 13:13

Palhaçada!
Porto Alegre quer pagar de cidade de primeiro mundo? Então vai cuidar das crianças que ficam a madrugada inteira na rua pedindo esmola pro pessoal que tá nos bares, que comecem a tratar e recolher os usuários de crack e oxy que ficam nos esperando nas esquinas, coloquem mais policiais na rua pra acabar com assaltos e roubos.
Acabar com comércio de gente honesta que oferece serviços que todo mundo gosta e procura? Gostaria de saber o que os senhores e senhoras Deputados e Vereadores acham disso. ah, sim, esqueci… eles frequentam a calçada da fama, não a infame Cidade Baixa.
P-A-L-H-A-Ç-A-D-A!!!!

Comentário de: MARCELO MICHAELSEN | 17 de novembro de 2011 | 18:16

TUDO NO LUGAR CERTO, É ÓTIMO !

A CIDADE CRESCEU, “BAGUNÇADAMENTE”…

TEM QUE TER ÁREAS PRA NOITADA E ÁREAS FAMILIARES. SIMPLES ASSIM.

E TEM QUE TER QUEM FISCALIZE E QUEM MANDE.

NÃO TENDO, TEM QUE TER QUEM RECLAME E QUEM BRIGUE.

MÚSICA, BARES E DANCIN”S É BOM DEMAIS.

DORMIR, TAMBÉM É BOM DEMAIS.

TÁ FALTANDO O RIO GRANDE DO SUL, SER REALMENTE EXEMPLO E MOSTRAR COMO SE FAZ.

BONS SONHOS E BOA MUSIC !!!!!

Comentário de: Kelson | 18 de novembro de 2011 | 0:18

Acho que as pessoas precisam dormir e o barulho é um grande problema hoje em dia, eu moro em frente a 6 bares, me mudei antes deles, e é insuportável. As pessoas que acordam cedo nao podem pagar pelas que noa precisam acordar.

Comentário de: israel pugina | 22 de novembro de 2011 | 15:10

nem todos estao sendo fiscalizado exemplo pinguim perimetral lanches pedrine todos melhor olhar isso.

Comentário de: Antonio | 22 de novembro de 2011 | 23:59

Nem todos mesmo: pub venezianos sem isolamento acústico, joaquim nabuco 393 idem. possuem alvará e detonam certos da impunidade. será que são amigos do rei?

Comentário de: benjamin | 27 de novembro de 2011 | 18:36

HEY GUTO – para AMPLIAR O TAMANHO DAS LETRAS NO NAVEGADOR NA INTERNET É SÓ SEGURAR O BOTÃO CONTROL (CTRL) E GIRAR A RODINHA DO MOUSE ( OU APERTAR O BOTÃO PAGE UP ( PG UP ) AO MESMO TEMPO )

Comentário de: Carlos Blanca | 23 de janeiro de 2012 | 11:25

Como já foi bem mencionado: Empreendedor, visa tão somente o lucro.Reclamam que os bares irão falir, etc.Pergunta-se: Após os boêmios divertirem-se pelo bairro,não importando qual seja, a certa hora terão que descansar ou dormir.Nesta exata hora, por certo, desejarão silêncio, paz…ai irei eu para pertubar seu sagrado descanso?Acaso, também não reclamarão.Fácil, produzir barulhos,ruídos a terceiros enquanto se divertem ou curtem e achar que está tudo certo.Respeito ao direito de sossego dos outros é tão fundamental, quanto respeitar os direitos destes boêmios que também lá pelo nascer do sol, estarão dormindo o sono dos “justos”. Eu frequento bares,não sou contra os estabelecimentos, contudo, não desrespeito o sossego dos moradores,sei me comportar dentro ou fora de um bar e não preciso necessáriamente ficar caminhando pelo bairro de bar em bar.Óbvio , livre arbítrio, mas, nem tudo convém. Bom, sempre é prudente se colocar na situação dos outros. Simples, a solução, que os bares funcionem até as 24h e após fechem suas portas se causar incomodos.Turismo na madrugada nem morcego faz. Mas cada um cada um.Tomara que encontrem uma solução que atenda a todos, é o desejo que fica.
Carlos Blanca

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